Como adotar legalmente uma criança

Muitas famílias sonham em adotar uma criança, seja por não poderem ter filhos de sangue ou por desejarem simplesmente aumentar a família através da adoção.
A burocracia e os procedimentos para a adoção  no Brasil não ajuda muito. Mas apesar dos procedimentos complicados, mas com a criação do Cadastro Nacional da Adoção  garante  que o processo para a adoção são se estenda além de um ano.
Existem cerca de 80 mil crianças e adolescentes  em abrigos temporários ou sob a tutela da vara da infância  dessas cerca de 8 mil estão aptas para a adoção.
 Para Dar inicio ao processo de adoção, o interessado deve procurar primeiramente a vara da infância.
O candidato a pai ou mãe adotivos, precisa ser maior de 21 anos, independente dos estado civil ou sexo, no caso de casais cassados ou vivendo em concubinato a adoção tem que ser do desejo do casal e ambos precisam participar juntos de todas as etapas do processo de adoção além de passarem por avaliação de estabilidade de união. O candidato a pai adotivo deve ser no minimo 16 anos mais velho que a criança a ser adotada e não pode ser parente próximo, (irmão ou avós)  neste caso cabe o pedido de guarda ou tutela da criança.

Para entrar com o pedido de adoção de uma criança ou se candidatar  a lista de pais habilitados para a adoção você deve apresentar os seguintes documentos: RG, comprovante de residencia, copia autenticada da certidão de casamento ou nascimento, Documento de identidade e CPF de ambos os requerentes, Comprovante de renda mensal, Atestado de sanidade mental e física, Atestado de idoneidade moral assinada por duas testemunhas com firma assinada, e atestado de antecedentes criminais.

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Ao manisfestarem o interesse em  adotar uma criança, os futuros pais devem passar por entrevistas, avaliação de rotina junto a um assistente social, avaliações psicológicas, analise dos documentos apresentados, se os pais são considerados aptos, começa o processo de escolha da criança, a criança pode ficar em guarda temporária dos pais adotivos. Se tudo correr bem e a criança se adaptar ao novo lar, só falta a sentença do juiz formalizando a adoção definitiva.